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quarta-feira, 19 de maio de 2010

Sacolas Plásticas em baixa no Rio de Janeiro

O Estado do Rio de Janeiro sai na frente no combate a poluição causada pelo descarte incorreto de sacolas plásticas que demoram mais de 300 anos para se decompor no meio ambiente.
A Lei 5.502/09 foi sancionada em 15/jul/09 que estabelece a substituição de sacolas plásticas por sacolas biodegradáveis, sacolas oxidegradáveis ou bolsas retornáveis em todos os estabelecimentos comerciais.
Essa mesma lei, definiu um prazo de substituição de 1 ano para grandes empresas, como os supermercados e outros prazos mais longos para pequenas empresas.
Como forma de forçar a adequação, a lei estabelece que se a empresa não tiver feito a substituição no prazo determinado, será obrigada a receber sacolas plásticas usadas de volta, como se fosse um ponto de coleta.
Todos os supermercados estão procurando formas de não cumprir a lei e procuram a justiça para se livrarem das penalidades.
No Amazonas, ainda não temos uma legislação que combata o uso de sacolas plásticas nos supermercados, as quais, via de regra, utilizadas como saco de lixo, sendo descartadas de forma incorreta, contaminando os aterros e lixões públicos.
Um projeto de lei do ex-vereador Paulo Di Carli, se encontra dormindo nos labirintos da Câmara Municipal de Manaus, sem que os vereadores dessa legislatura atribuam a importância ambiental que um tipo de legislação dessa mereça.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Sacolas Plásticas versus Sacolas Retornáveis

Nesta semana, a rede francesa de supermercados Carrefour anunciou que pretende extinguir em quatro anos o uso de sacolas plásticas, tal como conhecemos, usadas para carregar nossas compras e que tem uso sequencial em nossas casas, mais especificamente, essas sacolas são usadas como sacos de lixo doméstico. Vale lembrar que, essas sacolas levam mais de 300 anos para se decompor no solo.
Um movimento semelhante foi feito nesta semana por outra empresa do setor, a rede americana Walmart que lançou um programa, que prevê destinar caixas preferenciais e descontos simbólicos para consumidores que usem sacolas próprias retornáveis.
Por esse sistema, o consumidor terá um desconto de R$ 0,03/sacola não utilizada ou a cada cinco itens adquiridos, algo como em uma compra de R$ 200,00 o cliente terá um desconto de R$ 1,20. Esse projeto piloto está sendo aplicado inicialmente em três lojas com expectativa de alcançar a rede toda em dois meses.
No mundo inteiro, movimentos para eliminar e/ou reduzir sacolas se consolidam, veja quadro acima, e o consumidor é cada vez mais exigente em cuidados com o meio ambiente.
Esperamos que movimentos desse porte sejam adotados por supermercados que atuam na cidade de Manaus, de forma contribuir com o meio ambiente.
Empresas genuinamente amazonenses como DB, Veneza, Roma, Attack, Friller e muitos outros pequenos empreendimentos precisam olhar essa situação como um diferencial a ser oferecido a seus clientes.


Colaboração: Mauricio Kanno/Folha