O IPEA_Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada divulgou na sexta-feira (14) no Ministério do Meio Ambiente, um relatório revelando que o Brasil perde mais de 8 bilhões por ano, ao deixar de executar políticas ambientais para reciclagem de lixo, transformando todos os resíduos em lixo comum e despejando tudo nos lixões públicos e aterros das cidades brasileiras.
A partir do relatório, foi também apresentado o estudo Pagamento por Serviços Ambientais Urbanos para Gestão dos Resíduos Sólidos. Amparado em dados econômicos, o estudo apresenta estimativas de benefícios ambientais e financeiros ao propor instrumentos como o pagamento por produtividade e acréscimos compensatórios graduados, crédito cooperativo e formalização das cooperativas.
A Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira a partir desse estudo, instituiu um grupo de trabalho interministerial para consolidar em 45 dias, o primeiro programa de Pagamento por Serviços Ambientais Urbanos associado à coleta do lixo e ao cooperativismo dos catadores.
O envolvimento dos municípios será fundamental para que o programa avance e possa transformar em realidade a adoção de políticas ambientais adequadas na disposição dos resíduos sólidos.
A Cidade de Manaus e os municípios do interior do estado precisam aproveitar essa oportunidade e se inserir, de vez, nesse contexto, transformado a realidade existente de lixões a céu aberto para um novo modelo, que considere a disposição correta dos resíduos sólidos urbanos em aterros sanitários, considerando verdadeiramente, todas as oportunidades que a coleta seletiva e a reciclagem oferecem para uma política ambiental municipal.
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segunda-feira, 17 de maio de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Salvador, a capital mais suja do Brasil

Uma reportagem exibida domingo (17/01) no programa Fantástico da Rede Globo elegeu a capital brasileira mais suja.
O teste consistiu em uma solicitação as companhias municipais de limpeza pública pararem de varrer as ruas pesquisadas em um determinado trecho de um quilometro, durante o horário comercial de um dia, e ao final do dia, a limpeza pública voltou à rua pesquisada para recolher o lixo encontrado no chão e pesar o tamanho da sujeira decorrente somente da “falta de educação”.
O resultado encontrado foi o seguinte:
1º. Lugar: Salvador = 1.200 quilos (CAMPEÃ DA SUJEIRA)
2º. Lugar: Fortaleza = Mais de 1.000 quilos
3º. Lugar: Belém = 710 quilos
4º. Lugar: Rio de Janeiro = 680 quilos
5º. Lugar: São Paulo = 540 quilos
6º. Lugar: Goiânia = 230 quilos
7º. Lugar: Curitiba = 33 quilos (CAMPEÃ DA LIMPEZA)
Desculpas das mais diversas ordens foram ouvidas, como a vandalização das lixeiras, falta de lixeiras adequadas, falta de educação pura e simples.
Porém nem tudo está perdido, em São Paulo, o proprietário de uma banca de revista colabora voluntariamente varrendo o entorno e disponibilizando lixeira. Em Curitiba, mesmo sendo a capital brasileira campeã da limpeza, ainda tem gente que reclama, um cidadão ouvido pela reportagem achou que a rua pesquisada estava uma sujeira, mesmo com tão pouco lixo encontrado pela pesquisa.
É bem verdade que é possível observar boas ações, de pessoas que descartam o lixo corretamente nas lixeiras ou guarda e leva para descartar em casa mesmo.
E aqui na nossa cidade de Manaus, como sairíamos nessa pesquisa? . Acredito que ainda temos um longo caminho a percorrer, basta caminhar, por exemplo, na Rua Marechal Deodoro, Eduardo Ribeiro ou Guilherme Moreira, para ficar apenas no centro, a situação piora muito nos bairros, ao redor das feiras municipais, ao redor das lojas de bairros.
Um exemplo de mudança foi o feito por Pequim que foi a sede da última olimpíada em 2008, a prefeitura da cidade começou em 2002 uma ampla campanha para mudança de hábitos, de cunho educativo, para acabar com chicletes jogados na rua e cuspir no chão.
Para uma cidade, como Manaus, que será uma das subsedes da Copa do Mundo de Futebol da FIFA em 2014, a hora é agora de um amplo projeto de educação ambiental urbana, vindo ao sentido bairro-centro, levando educação, informação e, por que não, geração de renda, com o aproveitamento dos resíduos passíveis de reciclagem.
O teste consistiu em uma solicitação as companhias municipais de limpeza pública pararem de varrer as ruas pesquisadas em um determinado trecho de um quilometro, durante o horário comercial de um dia, e ao final do dia, a limpeza pública voltou à rua pesquisada para recolher o lixo encontrado no chão e pesar o tamanho da sujeira decorrente somente da “falta de educação”.
O resultado encontrado foi o seguinte:
1º. Lugar: Salvador = 1.200 quilos (CAMPEÃ DA SUJEIRA)
2º. Lugar: Fortaleza = Mais de 1.000 quilos
3º. Lugar: Belém = 710 quilos
4º. Lugar: Rio de Janeiro = 680 quilos
5º. Lugar: São Paulo = 540 quilos
6º. Lugar: Goiânia = 230 quilos
7º. Lugar: Curitiba = 33 quilos (CAMPEÃ DA LIMPEZA)
Desculpas das mais diversas ordens foram ouvidas, como a vandalização das lixeiras, falta de lixeiras adequadas, falta de educação pura e simples.
Porém nem tudo está perdido, em São Paulo, o proprietário de uma banca de revista colabora voluntariamente varrendo o entorno e disponibilizando lixeira. Em Curitiba, mesmo sendo a capital brasileira campeã da limpeza, ainda tem gente que reclama, um cidadão ouvido pela reportagem achou que a rua pesquisada estava uma sujeira, mesmo com tão pouco lixo encontrado pela pesquisa.
É bem verdade que é possível observar boas ações, de pessoas que descartam o lixo corretamente nas lixeiras ou guarda e leva para descartar em casa mesmo.
E aqui na nossa cidade de Manaus, como sairíamos nessa pesquisa? . Acredito que ainda temos um longo caminho a percorrer, basta caminhar, por exemplo, na Rua Marechal Deodoro, Eduardo Ribeiro ou Guilherme Moreira, para ficar apenas no centro, a situação piora muito nos bairros, ao redor das feiras municipais, ao redor das lojas de bairros.
Um exemplo de mudança foi o feito por Pequim que foi a sede da última olimpíada em 2008, a prefeitura da cidade começou em 2002 uma ampla campanha para mudança de hábitos, de cunho educativo, para acabar com chicletes jogados na rua e cuspir no chão.
Para uma cidade, como Manaus, que será uma das subsedes da Copa do Mundo de Futebol da FIFA em 2014, a hora é agora de um amplo projeto de educação ambiental urbana, vindo ao sentido bairro-centro, levando educação, informação e, por que não, geração de renda, com o aproveitamento dos resíduos passíveis de reciclagem.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Descaso municipal com o meio ambiente urbano
Chama atenção o descaso que a o meio ambiente urbano é tratado na nossa cidade de Manaus.
Numa combinação de vários fatores vimos os igarapés completamente tomado por moradias irregulares que geram uma quantidade imensa de lixo doméstico.
Essa combinação explosiva de moradia irregular x descarte inadequado de resíduos é o principal vetor das enchentes nesses ambientes.
Observamos uma total falta de ações por parte do órgão ambiental local que possam mitigar todos esses impactos nas margens desses antigos corpos d’água, exemplo claro disso é o que acontece nesse rip-rap no Bairro da União.
Numa combinação de vários fatores vimos os igarapés completamente tomado por moradias irregulares que geram uma quantidade imensa de lixo doméstico.
Essa combinação explosiva de moradia irregular x descarte inadequado de resíduos é o principal vetor das enchentes nesses ambientes.
Observamos uma total falta de ações por parte do órgão ambiental local que possam mitigar todos esses impactos nas margens desses antigos corpos d’água, exemplo claro disso é o que acontece nesse rip-rap no Bairro da União.
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