quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Vivo investe pesado no Amazonas



Em sua passagem por Manaus participando de Audiência Pública promovida pela Assembleia Lesgislativa, o Presidente da Vivo Antonio Carlos Valente anunciou investimentos da ordem de R$ 125 milhões no Estado do Amazonas

Atualmente, a operadora atende 44 dos 62 municípios do estado e promete colocar seu sinal nas demais cidades até o final do ano de 2012.

Pensando na melhoria dos serviços, a Vivo também investe pesado em infra estrutura quadruplicando a capacidade de transmissão que passou de 1Gpbs para 4 Gbps ao mesmo tempo em que duplica os serviços de voz e dados, afirmou o Presidente.

Olhando para o futuro, o Presidente afirmou acreditar no potencial de crescimento do Amazonas e que a operadora está se preparando para atender toda essa demanda que terá seu pico por ocasião da Copa de 2014

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Prefeito aumenta preço da passagem de ônibus em Manaus




Enquanto anuncia a chegada de mais ônibus para a cidade, e mesmo não chegando aos números propalados, a Prefeitura de Manaus aumenta o valor da tarifa.

O novo valor passará a ser de R$ 2,75 a partir da próxima quarta-feira (12) enquanto os executivos passam de R$ 3,00 para R$ 5,50.

Atos públicos contra esse aumento já surgem nas redes sociais, o primeiro deles organizado pelo DCE-UFAM acontece dia 11 (terça) em frente a UFAM a partir de 17h.

Escondido no meio do decreto da Prefeitura, veio a extinção da tarifa conhecida como “domingueira” em que o usuário do sistema pagava apenas meia-passagem aos domingos. Essa tarifa social foi instituída na administração do ex-prefeito Serafim Correa.

Embora tenha anunciado 1.000 ônibus no seu primeiro ano de mandato, o prefeito até agora entregou pouco mais de 500 novos coletivos e mesmo assim, por pressão dos empresários, aceita um novo aumento na tarifa, o quarto, desde que chegou a prefeitura.

Outra tarifa que chama atenção é a dos executivos, certamente com esse valor o sistema executivo deve falir em pouco mais de um ou dois meses, esse sistema alternativo não sobreviverá com uma tarifa desse valor, a não ser que os concessionários passem a praticar o dumping às avessas, baixando por conta própria o valor da passagem.

Esperar pra ver o que vai acontecer nos próximos dias.


PS.Onde estavam os agentes do órgão do trânsito que permitiram a circulação de veículos sem placas!

domingo, 9 de outubro de 2011

Suframa escapa das mãos de Flávia Grosso




Depois de ser acusada durante semanas e de ter sua casa vasculhada pela Policia Federal a Superintendente da Suframa Flávia Grosso pediu demissão do cargo na última sexta-feira (07).

Dois eventos foram cruciais para a saída da Superintendente, o primeiro referente a um convênio no valor de mais de 90 milhões em 2008 com o Centro das Indústrias do Amazonas para a recuperação das ruas do Distrito Industrial, serviço esse que nunca foi completamente executado.

Outra denuncia do MPF envolve o suporto favorecimento ao irmão da Superintendente, o empresário Paulo Victor Skrobot, na época em que o mesmo trabalhava na Fundação Paulo Feitosa, com quem a Suframa firmou convenio em valor superior a 2,5 milhões para a construção de uma fábrica de açaí no município de Codajás no interior do Amazonas. Diante de tudo isso, não restou outra saída para a Superintendente senão sair de cena.

Por outro lado, temos que levar em consideração que nenhuma das denuncias ficaram comprovadas e há de se levar um conta fatos que pesam favoravelmente a gestão da Superintendente desde 2003 quando foi indicada pelo Governador Eduardo Braga, se tornando a primeira funcionária de carreira do órgão a se tornar Superintendente

O modelo de desenvolvimento nesse período alcançou recordes no número de empregos com cerca de 110 mil empregos em 2010 ao mesmo tempo em que também bateu recorde no faturamento alcançando a cifra de mais de 35 bilhões no ano passado.

Em nota, a Superintendente se defende acusando inverdades e uso político da situação para prejudicar a Zona Franca de Manaus.

Acredito na boa fé da ex-superintendente e vejo que seu cargo estava sendo moeda de troca política há meses, as denuncias serviram apenas para abreviar o desfecho.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Marcas: sai a economia industrial e entra a economia digital






No século 19 quando aconteceu a revolução industrial, a valor e a importância das empresas era medida pelos seus ativos imobilizados, quem tinha mais fábricas e mais equipamentos era sempre a maior e mais importante no contexto econômico, a indústria de transformação comandou a economia por décadas, isso prevaleceu até o começo do século 21, onde empresas como a GM, Chrysler e Shell comandavam a economia em escala mundial.

Nesse meio tempo, assistimos a queda de gigantes da aviação como a Pan American World Airways em escala mundial e a Varig em nosso País (alguém lembra dos aviõezinhos coloridos da Transbrasil? E da Vasp? E da TABA?), passando por grandes lojas do varejo como a Mappin e Mesbla (Em Manaus alguém lembra do S.Monteiro e T.Loureiro?).

Nas últimas duas décadas do século 20 iniciou-se a revolução digital, onde a tecnologia e a informática começaram a mostrar as cartas de como seria o jogo do poder econômico, que se consolida agora após o final da primeira década do século 21. Nessa época, iniciou-se o domínio massacrante da “pequena mole”, para os não iniciados, trata-se da Microsoft, que hoje está em cada minuto da nossa vida, nada mais acontece sem que um computador processe o que vemos, o que fazemos, o que pensamos, enfim, uma simbiose impossível entre o homem e a máquina, máquina essa que roda um sistema operacional da Microsoft, cujo proprietário é o homem mais rico do mundo, seja lá o que isso signifique.

Nesse período de consolidação da nova economia digital assistimos também a morte e ressurreição de duas empresas que hoje comando esse segmento, quem não se lembra da falência da Apple e da IBM? Ambas foram dadas como cinzas, porém, deram a volta por cima e hoje estão na crista da onda, para usar um linguajar dos surfistas, bem a propósito, já que ambas surfam nessa bolha que as impulsiona cada vez mais pra cima.

Nesse particular, surgiu o Google que não tem nada de ativo, apenas coleta e processa informação e disponibiliza para a grande rede.Tem algo errado nisso?

Toda essa abordagem inicial serve apenas para contextualizar a publicação do ranking das 10 maiores marcas no mundo.

Nesse ranking das dez marcas, sete marcas são da área de tecnologia, o futuro está comprovado, agora somos zeros e uns e bits e bytes, destoa dessa lista o primeiro lugar, onde a marca que lidera o ranking fabrique o refrigerante mais consumido no mundo inventado por John Pemberton em 1885.

Veja abaixo o ranking.

1º. COCA COLA
2º. IBM
3º. MICROSOFT
4º. GOOGLE
5º. GE
6º. McDONALDS
7º INTEL
8º APLLE
9º DISNEY
10º HP

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Centro de Manaus pede socorro

O arcebispo de Manaus Dom Luiz Soares Vieira anunciou ontem (02) o cancelamento da missa dominical das 19h na Matriz. O fato determinante para o cancelamento foi a falta de segurança na área onde está localizada a Catedral de Nossa Senhora da Conceição. Triste situação para os fieis católicos que agora não podem mais dispor dessa opção dominical e por outro lado mostra a fragilidade do sistema de segurança pública em Manaus. O cancelamento da missa dominical era a pá de cal que faltava para evidenciar a falta de gerenciamento do sistema de segurança, onde não se consegue ver os policiais exercendo de fato suas obrigações de policiar as ruas e tentar passar aquela “ sensação” de segurança tão desejada pelo cidadão. Hoje, o centro histórico de Manaus, onde está localizada a Catedral é considerada área vermelha na linguagem policial, porém, mesmo com essa classificação, nota-se um completo abandono por parte do poder público, são dezenas de crimes e contravenções que acontecem nas ruas, as claras, onde os criminosos não tem mais nenhum receio da polícia. A Catedral está rodeada de bandidos que estão infiltrados nos comércios informais do terminal de ônibus, passando pelos ambulantes que tomaram as calcadas ao redor da Praça passando pelas centenas de “banquinhas” de comidas, tudo isso, temperado pelos pontos irregulares de taxis e moto taxis. O centro de Manaus pede socorro já faz algum tempo e compete ao poder público fazer a sua parte trazendo paz e segurança para a sociedade.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011


Questão de Tabuada.
Por Serafim Correa

Eu estudei o curso primário no Grupo Escolar Barão do Rio Branco e lá aprendi as primeiras letras e os primeiros números. Dentre outros, foram meus colegas o Renato Teles, o Francisco Marinho, o Krichanã, o Marcus Barros e o Jorge Elias.
Tabuada nós aprendemos com um método que tinha a sabatina e a palmatória como instrumentos. Sob o comando da diretora Jandira, nossas professoras eram Carmem Loureiro, Luzia, Irene, Nair e a nossa musa, professora Adelaide.
Aos sábados tinha sabatina. Funcionava assim: a professora chamava para frente alguns alunos e perguntava ao primeiro: “7 X 7?”. Se aquele não sabia, passava para o próximo que se acertasse tinha o direito de dar um bolo com a palmatória no que não soube responder. Se ninguém soubesse, a professora dava bolo em todos.
Talvez por essa razão eu saiba fazer conta.
Por isso, assusta-me ver alguns dizendo que a MP dos Tablets, nos moldes em que foi aprovada, foi uma vitória da Zona Franca.
Vamos fazer as contas?
Antes da MP, se uma empresa quisesse produzir Tablets em qualquer lugar do Brasil pagaria 15% de IPI e 9,25% de PIS/COFINS, num total de 24,25% sobre o preço de venda da fábrica.
Se estivesse na Zona Franca de Manaus não pagaria os 15% de IPI e pagaria 3,65% de PIS/COFINS. Ou seja, pagaria 3,65%.
A vantagem em favor de quem estivesse na Zona Franca, portanto, era de 24,25% – 3,65 = 20,60%.
Veio a MP e estabeleceu que a fábrica que produzir fora de Manaus pagará somente 3% de IPI e ZERO de PIS/COFINS. Ou seja, 3%. Portanto, menos 0,65% do que quem produzir na Zona Franca de Manaus.
Nós que tínhamos vantagem de 20,25% passamos a ter a desvantagem de 0,65%.
Como é que ganhamos?
No relatório aprovado, a deputada Manuela Dávila, com toda a boa vontade do mundo é bom registrar, incluiu:
- crédito presumido de 1% PIS/COFINS em favor da empresa que fora de Manaus comprar o tablet produzido em Manaus, ou seja, vai creditar-se de 1% a mais do que pagar;
- isenção de imposto de renda para quem produzir tablets nas regiões norte/nordeste;
- não serão incentivados os tablets maiores do que 600 cm, e com controle remoto.
E a partir disso, alguns estão alardeando que: “VENCEMOS”.
Desculpem, ou eles não sabem fazer conta, ou eles estão querendo reeditar o marqueteiro do Hitler para quem uma mentira repetida mil vezes vira verdade.
Vejamos:
Desde quando uma desvantagem de 0,65% é maior que uma vantagem de 20,25%?
Na minha tabuada, não é.
Quem virá produzir em Manaus, por conta da isenção de Imposto de Renda, se em Salvador, com energia barata, banda larga e logística ligando aos grandes mercados terá a mesma isenção?
Ninguém.
Por último, essa bobagem de dar exclusividade para a Zona Franca de Manaus para produzir tablets maiores de 600 cm e com controle remoto. Essa é uma geringonça que ainda não foi inventada. Os tablets serão cada vez menores porque são equipamentos para serem levados nas mãos.
Portanto, não ganhamos nada, absolutamente nada.
Perdemos, e muito.
Essa é a verdade clara e cristalina.



Artigo originalmente publicado no Blog do Sarafa.
Acesse em http://www.blogdosarafa.com.br/

domingo, 3 de julho de 2011

Cadê os ônibus novos para Manaus

Passamos a metade do ano de 2011 e pouco avançou na solução dos graves problemas que afligem a população da cidade de Manaus.
População sofre a baixa eficiência administrativa da Prefeitura que fez promessas e mais promessas, mas de concreto, pouco aconteceu.
Vejam por exemplo o caso do transporte coletivo foi prometido cerca de 1.000 ônibus e até agora somente 180 foram entraram em circulação, um número irrisório diante da necessidade.
Mesmo com essa promessa não cumprida, ainda existem pessoas falando em aumentar o preço da tarifa, são os balões de ensaios para ver como a população reage a esse absurdo.
Que fique claro, torcemos para que a cidade tenha um sistema de transporte coletivo decente e que funcione, mas, parece que a Prefeitura gosta mais de marketing.
Senão vejamos, existe dinheiro sobrando para patrocinar o X-Terra onde a Prefeitura gastou mais de 1 milhão de reais, e neste final de semana que passou, gastou-se mais de 1,5 milhão para trazer os jogadores de futebol da seleção da copa de 94.
Parece que o pão e circo é a solução para os pobres habitantes da cidade Manaus