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sábado, 22 de maio de 2010

Dia Internacional da Biodiversidade

Em 1992, na Rio/92 foi assinada a CBD_Convenção da Biodiversidade, sob o patrocínio da ONU_organização das Nações Unidas, que se transformou no primeiro documento legal que buscava assegurar a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais. Um primeiro movimento que buscava criar mecanismos de proteção ao meio ambiente em face do desenvolvimento econômico
A Assembleia Geral das Nações Unidas declarou o ano de 2010, como o Ano Internacional da Biodiversidade, com o propósito de aumentar a consciência sobre a importância da preservação da biodiversidade em todo o planeta.
Nesse dia em que se comemora o DIA INTERNACIONAL DA BIODIVERSIDADE, devemos chamar atenção para as responsabilidades compartilhadas.
Biodiversidade significa tudo aquilo que envolve o mundo natural, como as plantas, os animais, os micro-organismos, ou seja, todas as formas de vida no planeta. Sem deixar de considerar todas as inter-relações existentes entre todas as formas de vida.
Estimativas sugerem a existência de algo entre 10 3 50 milhões de espécies animais e vegetais, todavia, até hoje temos catalogados um pouco mais de 1 milhão e meio de espécies.
Os cientistas consideram o Brasil, um país “megadiverso”, pois cerca de 20% de todas as espécies conhecidas estão por aqui, mais especificamente na nossa Floresta Amazônica.
Os maiores riscos a perda de biodiversidade, vem das agressões ao meio ambiente, ao uso irracional dos recursos naturais e a expansão da fronteira agrícola combinada com a expansão urbana usurpando territórios de plantas e animais.
Os governos e sociedade organizada são responsáveis pela proteção da biodiversidade, do lado do governos em estabelecer políticas públicas que preservem os ecossistemas e a sociedade realizando a fiscalização dessa proteção e denunciando agressões, quando necessários, aos organismos judiciais.
Como a biodiversidade é importante na nossa vida? Simples, o oxigênio que você respira, a maior parte vem, dos plânctons dos oceanos ou das florestas existentes em nosso planeta, portanto, você deve ser o mais interessado na proteção da biodiversidade.
Para nós que vivemos no bioma Amazônico, a nossa responsabilidade é muito maior, pois a ciência do futuro, a biotecnologia vai se consolidar aqui, as matérias-primas para os remédios do futuro que salvarão vidas no mundo inteiro, sairão daqui da Floresta Amazônica.
DIA INTERNACIONAL DA BIODIVERSIDADE. Vamos proteger nossa diversidade.
Fonte: ONU, wwf


quarta-feira, 24 de março de 2010

Água em números.


O Planeta Terra visto do céu, é uma imensa bola azul, de um brilho indescritível, segundo alguns astronautas, porém, na realidade, nosso planeta deveria ser conhecido como o Planeta Água.
A seguir, vamos mostrar a água em números e percentuais no Mundo e no Brasil:
75% da superfície terrestre é coberta por água;
97% dessa água, é salgada, imprópria para o consumo humano;
3% apenas são de água doce, própria para o consumo humano;
20% de toda água doce do mundo, está no território brasileiro;
78% das águas superficiais estão na Amazônia;
Desses 3%, temos 77% congeladas nos círculos polares;
Desses 3%, temos 22% de águas subterrâneas;
Desses 3%, apenas 1% encontra-se na superfície do planeta, que são rios, lagos e subsuperficie;
0,03% dessa água doce, é de fácil acesso;
Desses 0,03%, 70% é usado na agricultura, 22% na indústria e 8% nos hospitais;
2,4 milhões de litros de água são necessários para produzir 1 tonelada de borracha sintética;
1,6 milhões de litros de água são necessários para produzir 1 tonelada de milho;
18 mil litros de água são necessários para produzir 1 kg de carne;
400 litros de água são necessários para produzir 1 pão francês;
De acordo com a Organização das Nações Unidas-ONU, cada pessoa necessita de 3,3 m³/pessoa/mês (cerca de 110 litros de água por dia para atender as necessidades de consumo e higiene). No entanto, no Brasil, o consumo por pessoa pode chegar a mais de 200 litros/dia.
Cientistas sugerem que no futuro, a água doce da Amazônia terá a mesma representatividade e força econômica que tem o petróleo no mundo de hoje.
Economize água no seu cotidiano, pequenas atitudes representam grandes resultados e você pode colaborar fazendo uso responsável da água, reduzindo o consumo no seu dia-a-dia.


quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

2010 Ano da Biodiversidade/ONU


Desde 1957, por decisão da Assembléia Geral da ONU, a UNESCO implementa o chamado Ano Internacional. A cada ano que passa um assunto é nomeado como prioridade para a agenda socioambiental mundial: 2001 foi o ano do voluntariado, 2003 foi a vez da água potável e 2010 é o ano da biodiversidade. O intuito é chamar a atenção da sociedade civil e dos tomadores de decisão para questões essenciais à tão cobiçada sustentabilidade. Espera-se que essa conscientização gere um engajamento que, por sua vez, seja traduzido em mais recursos e tempo para estas causas, ou seja, em projetos concretos.
A biodiversidade, para quem não sabe, tem desde 1994 uma conferência própria organizada pela ONU, a Conferência sobre Diversidade Biológica (CBD, na sigla em inglês) e que, neste ano, terá sua décima edição realizada no mês de outubro em Nagoya, Japão. No entanto, apesar de ser umas das principais ameaças ambientais sobre a economia global, a perda de biodiversidade sempre foi o “primo pobre” das mudanças climáticas, que ganhou ainda mais destaque na mídia internacional em 2009. Por este motivo, essa nomeação, aparentemente aleatória, poderia passar batida como uma estratégia de marketing verde que não pegou, não fosse o momentum criado por uma série de fatores recentes.
A disparidade entre a importância que a sociedade percebe dos temas biodiversidade e mudanças climáticas é completamente equivocada e tem duas causas principais que se relacionam. Uma é a complexidade na compreensão da relação entre biodiversidade e as atividades humanas e a outra é o espaço desproporcional dado pela mídia aos dois temas. Tudo isso é fruto de uma falha grave que acredito ser o maior desafio para a sustentabilidade como um todo, a comunicação. O caminho para um desenvolvimento sustentável passa por grandes mudanças no modelo de produção, no estilo de vida e recai, em última instância, no indivíduo. A questão é que uma pessoa não vai mudar seu comportamento sem que seja convencida de que isso será bom para si mesma, para seus filhos, para seu bolso e, por fim, para o mundo.
Pois bem, os bilhões de genes das milhares de espécies que compõem os ambientes naturais da Terra são as peças de um maquinário único e cujos produtos são extremamente diversos, conhecidos em conjunto como serviços ambientais. Nossa economia depende fortemente dos serviços ambientais de diversas formas diferentes, e estes serviços dependem da biodiversidade para funcionar. Por isso, uma vez extinta, uma espécie coloca em risco toda uma cadeia produtiva e todos os indivíduos que nela trabalham.
Da manutenção da fertilidade do solo à “produção” de chuvas os serviços ambientais têm uma importância enorme para todos os setores produtivos, isso sem mencionar a nossa saúde. Um destes serviços, a estocagem de carbono, foi um dos assuntos mais discutidos na COP15 em Copenhagen, e sem dúvida aquele cuja evolução no sentido de um acordo global foi mais perceptível. Isso porque REDD, um mecanismo para geração de créditos de carbono por desmatamento evitado, é o elo mais claro entre as duas principais conferências da ONU, clima e biodiversidade. A conservação das florestas previne que mais CO2 seja lançado para a atmosfera agravando as mudanças climáticas e, ao mesmo tempo, garante a permanência do habitat de aproximadamente 60% de todas as espécies do planeta.
Apesar de o movimento ambientalista ser muito mais antigo e ter como bandeira histórica a luta contra a extinção das espécies, ele nunca chegou próximo de tamanha mobilização promovida em 2009 pelas mudanças climáticas. O motivo para tal fiasco foi a falha em se quantificar e comunicar o valor econômico da biodiversidade. Foi só a partir do início deste século, através do caminho do carbono, que finalmente a conservação ambiental fez sentido na lógica da macro–economia. Bastou a devida valoração de apenas um dos muitos serviços ambientais para percebermos que uma floresta vale mais em pé do que derrubada, imaginem quando conseguirmos quantificar e valorar todos os outros!
Este é o desafio de um projeto ambicioso chamado “The Economics of Ecossistems and Biodiversity-TEEB” (www.teebweb.org), cujo resultado final deverá ser apresentado em Nagoya, em outubro deste ano. Números preliminares já apontam para 50 bilhões de euros o prejuízo que temos todos os anos com a degradação ambiental e conseqüente perda da biodiversidade.
Foi um longo caminho percorrido, mas com a aproximação dos objetivos das duas conferências da ONU promovido pelo REDD, com os esforços para a valoração dos serviços ambientais através do TEEB, e com o sucesso de diversos projetos de pagamentos por serviços ambientais implementados pelo mundo; tudo indica que 2010 será realmente o ano da biodiversidade. Estas tendências são essenciais para despertar uma consciência global de que o problema é um só, o desequilíbrio ambiental provocado pela forma predatória com que nos relacionamos com nosso planeta. Agora é a hora de acertamos as contas do passado e escolhermos um novo caminho para nosso desenvolvimento.


Fonte: gvces

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Água, vai faltar ou não?


A grande pergunta da humanidade e que ainda não se tem uma resposta segura é:
Vai faltar água no mundo?

Quando observamos o nosso planeta e vimos a imensidão dos oceanos, das calotas polares cobertas de gelo, dos mares e dos rios, achamos que nunca irá faltar água pra gente.
A quantidade de água no Planeta Terra, é a mesma há milênios e não se altera, continua com os mesmos 1,4 bilhão de quilômetros cúbicos.

Mas, a realidade é dura e mostra que é provável sim a falta de água para humanidade em algumas décadas.

É claro que a água não vai acabar assim do nada, evaporar e nunca mais voltar ao estado líquido, o que os cientistas anunciam, e com muita propriedade, é que vai faltar água potável em algumas partes periféricas do mundo, e ai, surgem outras questões ainda mais relevantes, e aquelas nações que tem em seu território grandes reservatórios de água doce ou grandes aquíferos? - Como protegerão suas riquezas? -Será que acontecerá a formação da OPEP das águas, uma OPPA_Organização dos Países Possuidores de Água? –Será que haverá guerras entre nações pelo domínio da água acumulada???

Portanto são tantas as questões e que merecem muitas respostas e cada uma delas para um ponto específico e não se pode garantir que a solução para uma nação sirva para outra.

As nações e os governos juntamente com organismos multilaterais, como a ONU, Banco Mundial etc, devem trabalhar juntos na busca das soluções que atendam as necessidades atuais e da mesma forma, as futuras gerações.

Faça a sua parte, comece economizando o consumo de água no seu cotidiano, na empresa, na escola, onde for possível a sua contribuição, o que você faz, conta.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Declaração Universal dos Direitos da Água

Continuando o tema da semana ''agua', a ONU redigiu em 22 de março de 1992 a "Declaração Universal dos Direitos da Água" .


1 - A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão, é plenamente responsável aos olhos de todos.
2 - A água é a seiva de nosso planeta. Ela é condição essencial de vida de todo vegetal, animal ou ser humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura.
3 - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.
4 - O equilíbrio e o futuro de nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.
5 - A água não é somente herança de nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como a obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.
6 - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
7 - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.
8 - A utilização da água implica em respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.
9 - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.
10 - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

Fonte: ONU (Organização das Nações Unidas)

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Planeta Água


A água em números..

O Planeta Terra visto do céu, é uma imensa bola azul, de um brilho indescritível, segundo alguns astronautas, porém, na realidade, nosso planeta deveria ser conhecido como o Planeta Água.
A seguir, vamos mostrar a água em números e percentuais no Mundo e no Brasil:


75% da superfície terrestre é coberta por água;
97% dessa água, é salgada, imprópria para o consumo humano;
3% apenas são de água doce, própria para o consumo humano;
20% de toda água doce do mundo, está no território brasileiro;
78% das águas superficiais estão na Amazônia;
Desses 3%, temos 77% congeladas nos círculos polares;
Desses 3%, temos 22% de águas subterrâneas;
Desses 3%, apenas 1% encontra-se na superfície do planeta, que são rios, lagos e subsuperficie;
0,03% dessa água doce, é de fácil acesso;
Desses 0,03%, 70% é usado na agricultura, 22% na indústria e 8% nos hospitais;
2,4 milhões de litros de água são necessários para produzir 1 tonelada de borracha sintética;
1,6 milhões de litros de água são necessários para produzir 1 tonelada de milho;
18 mil litros de água são necessários para produzir 1 kg de carne;
400 litros de água são necessários para produzir 1 pão francês;

De acordo com a Organização das Nações Unidas-ONU, cada pessoa necessita de 3,3 m³/pessoa/mês (cerca de 110 litros de água por dia para atender as necessidades de consumo e higiene). No entanto, no Brasil, o consumo por pessoa pode chegar a mais de 200 litros/dia.
Cientistas sugerem que no futuro, a água doce da Amazônia terá a mesma representatividade e força econômica que tem o petróleo no mundo de hoje.

Economize água no seu cotidiano, pequenas atitudes representam grandes resultados e você pode colaborar fazendo uso responsável da água, reduzindo o consumo no seu dia-a-dia.