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segunda-feira, 5 de abril de 2010

Toquio e o Plano de Redução das Emissões de CO2


Toquio, capital do Japão promove um iniciativa que pode iniciar uma reação em cadeia nos países que buscam se tornar economias de baixo carbono.
Desde o dia 01/abr, um plano obriga os grandes conglomerados industriais a diminuírem suas emissões de CO2, ao mesmo tempo em que, oferecem também acesso aos mercados de compra de venda de carbono.
Por esse plano, entre 2010 e 2014, as indústrias devem reduzir suas emissões em 6% comparado com suas médias entre 2002 e 2007, enquanto os escritórios tem a meta de 8%. Numa segunda fase desse projeto, as reduções devem chegar a 17% envolvendo cerca de 1,4 mil escritórios, edifícios comerciais e fábricas em Tokio, todos com elevado consumo energético.
O plano sugere o uso de equipamentos mais eficientes ou a compra de créditos de carbono de outras empresas que tenham conseguido reduzir suas emissões, ou comprar esses creditos de carbono fora do país.
Empresas que não atingirem a meta estarão sujeitas a penalidades e ao mesmo tempo, terão suas metas aumentadas.
Considero essa medida acertada, forçando empresas a buscarem atingir metas de redução das emissões, estimulando uso de tecnologias de baixo carbono e contribuir com a redução do aquecimento global.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

União Europeia e a redução dos gases de efeito estufa.


Os países da União Europeia (UE) confirmaram nesta quarta-feira, 28, seu compromisso de redução de dióxido de carbono (CO2) que, previsivelmente, será adotado formalmente amanhã para ser comunicado às Nações Unidas.

A decisão, que confirma o acordo político alcançado pela UE antes da cúpula em Copenhague, implica em que a União se compromete a reduzir, até 2020, 20% de suas emissões de CO2 em comparação às de 1990, e chegar até 30%, se outros países fizerem um esforço similar.
A ministra do Meio Ambiente espanhola, Elena Espinosa, cujo país está na Presidência da UE, anunciou diante da Comissão do Meio Ambiente do Parlamento Europeu que, após aprovado formalmente, amanhã enviará uma carta à ONU para confirmar que a União se associa à Declaração de Copenhague.
Fontes do Conselho da União Europeia confirmaram à Agência Efe que os embaixadores adjuntos dos 27 países-membros da UE alcançaram esta manhã este pacto político, que será consultado hoje com as capitais dos países-membros.
Se nenhum expressar recusa ao acordo, este será adotado formalmente nesta quinta-feira, às 12h de Brasília.
A UE manifestou várias vezes seu empenho em manter sua promessa de reduzir 20% de suas emissões até 2020 e de chegar a 30% com condições.
No entanto, o acordo teve que esperar, porque alguns Estados-membros, como a Polônia e a Itália, mostraram-se na semana passada partidários de aguardar pelo menos até a conclusão da reunião em Nova Délhi, no domingo, na qual Brasil, Índia, China e África do Sul manifestaram sua determinação de combater o aquecimento global.
A UE cumpre, assim, a data limite de 31 de janeiro que as principais nações tinham definido para apoiar o acordo de Copenhague e comunicar à ONU seu compromisso com a redução das emissões.

Fonte: Estadão.